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terça-feira, 24 de maio de 2022

Cachorro + scooter para alegrar sua vida

 

Olha quanta tralha eu levei para um acampamento em Patos de Minas (MG), cabe tudo!!!

Esse aí, sou eu. Tá na cara que eu gosto de cachorro, de motos e viagens. Mas hoje quero falar de um veículo que muita gente não conhece, ou imagina como são práticos e divertidos: as scooters. 

Elas têm o dom de simplificar e trazer qualidade de vida para seus donos. Pensa nisso, imagina: chegar na sua moto e o capacete esta lá, guardado sob o banco, junto com a jaqueta, luva, capa de chuva... Parece até mágica né? Mas é espaço sob o banco... As scooter têm!!!

A praticidade de guardar (e proteger) seu capacete, jaqueta, debaixo do banco... Incrível!!!!

Quer ver outra mágica? Então, sabe aquela coisa chata de engatar a marcha, soltar o manete da embreagem e acelerar para a moto não morrer? Sim, aquela manobra que te causava tanto medo na hora do exame prático para tirar a "Carta de Moto"... Na scooter não precisa se preocupar com isso. O câmbio é automático, você nem se preocupa em trocar de marcha, soltar a embreagem ou ter medo da moto "morrer" na saída do no farol.

Vou explicar como funciona o tal câmbio automático. O motor gira e sua força é transmitida para a roda traseira por uma correia e duas polias. Ao acelerar, o motor aumenta de giro (ganha rotação) a embreagem engata (sozinha) e a moto começa a andar, parece até mágica.

Sabe aquela coisa de regular corrente, lubrificar, trocar... Isso não existe no scooter. Prá dizer que não existe, a cada 24 mil, isso mesmo, 24 mil quilometros rodados você tem que trocar a correia e outras peças. Mas 24.000 km demora muito para passar...

Pés protegidos

Os pés vão apoiados no assoalho e, em caso de chuva, os calçados não sujam ou molham

Sabe aquela marca do pedal do câmbio no tênis ou no sapato? No scooter não existe isso, não precisa trocar de marcha, lembra? O pé também fica limpo, pois ele está protegido da água e do pó pelo escudo da scooter. Olha na foto acima, veja a posição dos pés.

 Eu sou um entusiasta do uso da scooter. Eu tenho uma PCX, ano 2013, que já está próxima dos 100 mil km rodados e segue firme no uso diário. Por isso, falo com tanta empolgação.

Bora escolher!

Existem vários modelos oferecidos por muitos fabricantes, mas vou falar da linha da Honda, que é o maior fabricante do País:

Honda PCX é o mais vendido do Brasil e está disponível em três versões. Elas oferecem diversos sistemas de conforto e segurança como a chave smart key, sistema start & stop, freio ABS ou CBS, enfim, um monte de mordomias.

Honda PCX, farol de LED, chave de presença e muita mordomia no campeão de vendas

O modelo de entrada da Honda é o Elite 125, que é leve, baixo e ainda mais fácil de pilotar, veja abaixo:

Honda PCX é mais fácil de pilotar por ser mais leve e mais baixo

Outra opção bem legal, para quem gosta de aventuras, é o Honda ADV. Usa motor de 150 cc e tem pneus e suspensões adequados para rodar em qualquer tipo de estrada, até sem asfalto.

Honda ADV, o desenho do pneu e a suspensão permitem rodar na terra sem problemas

A opção mais sofisticada é a imponente e moderna X-ADV. Ela usa motor de 750 cc de dois cilindros... Além de muito potente, oferece uma série de equipamentos dignos de carro de luxo e as mesmas facilidades de pilotagem das irmãs menores. 

Sofisticação e desempenho na X-ADV 

Agora que você conhece alguns modelos entende a minha empolgação com esses veículos? Acompanhe o meu canal com vários vídeos sobre as scooters e como elas melhoram a vida das pessoas. 

Assista ao vídeo abaixo e, se gostar, de um like e se inscreva no canal. 

Clique aqui e confira a linha completa com a Elite 125, PCX e as aventureiras ADV e X-ADV aqui.

Um abraço!!!


segunda-feira, 8 de março de 2021

Entrevista com um comprador do Honda ADV

Fabiano e sua ADV (branca) está feliz com o novo scooter por conta da versatilidade
 Alguns produtos são capazes de criar expectativa por serem únicos, sem concorrentes. Um deles é o novo scooter ADV, lançado pela Honda, no final de 2020. Estivemos na apresentação para a imprensa, mas queríamos saber também a opinião de quem comprou o novo veículo. Para isso entrevistamos e viajamos junto com o jornalista e fotógrafo Fabiano Godoy, 48 anos, que tem vasta experiência com scooters. Na entrevista ele relembra os modelos que já estiveram na sua garagem, como os pequenos Suzuki Burgman 125 e o Honda Lead até os mais sofisticados como o Dafra Citycom 300 e o Honda SH 300. 

"Sou ligado no fora de estrada e também na praticidade e economia do scooter, vi que o Honda ADV reúne essas características". Fabiano já rodou bastante com seu ADV, principalmente em estradas de terra. Morador do interior de São Paulo precisa da versatilidade para enfrentar trechos não pavimentados "corto caminho por trás do condomínio e ganho tempo com isso" justifica o jornalista. 

Para encarar as estradas de terra o modelo vem equipado com pneus uso misto, que podem rodar tanto no asfalto ou fora dele. Na dianteira usa medida 110/80, rodas de 14 polegadas, na traseira roda de 13 polegadas e pneu mais largo 130/70. Além do desenho dos pneus, a distância livre do solo, item fundamental para ter tranquilidade em locais não pavimentados, é de 165 mm (ganho de 3cm em relação ao PCX). Os pneus também transmitem tranquilidade ao passar por trechos com lama ou alagados - situação bastante comum enfrentada por Fabiano no fim de verão quando as chuvas são constantes no período da tarde.

Saiba mais sobre a Honda ADV: https://bit.ly/3rxT9iO

Suspensão

A grande atração nesse tipo de scooter é o curso de suspensão, ou seja, o quanto a roda pode subir e descer ao passar por um buraco, valeta ou afundar durante a frenagem. Na dianteira esse curso chega a 13 centímetros, enquanto na traseira o curso é de 12 centímetros. Com essa medidas o piloto pode passar tranquilo pelos buracos sem o risco de dar fim do curso - quanto o amortecedor chega ao limite e o piloto sente uma pancada seca nas costas. Isso é fácil de perceber ao rodar em ruas de paralelepípedo ou mesmo com calçamento irregular.

fomos juntos até a Serra da Canastra, conhecer o ADV, a viagem confirmou as informações do proprietário

Outra característica importante é a fixação das carenagens "mesmo ao passar em estradas de terra, as carenagens não fazem barulho ou se soltam" afirma o proprietário. 

O motor com capacidade de 149,3 cc usa refrigeração líquida e atinge a potência máxima de 13,2 cv girando em 8.500 rpm enquanto o torque de 1,38 kgf.m está disponível em 6.500 giros. Os números são idênticos ao da PCX, porém as faixas de giros são menores – com destaque para o torque que chega mais cedo. Ou seja, quando começa a acelerar o piloto já sente a "força" do motor empurrando o scooter. A mudança se deve a maior fluxo de ar que chega ao propulsor por conta de alterações no duto de alimentação. Em nossa avaliação na estrada o ADV atingiu a velocidade máxima de 110 km/h no velocímetro.

O tanque de combustível tem capacidade para 8 litros e só pode abastecido com gasolina, segundo a Honda os técnicos do Instituto Mauá conseguiram consumo de 50,9 litros simulando o circuito urbano e 35,9 em ambiente rodoviário – velocidade constante de 80 km/h. Números surpreendentes, mas não impossíveis, dependendo do estilo de pilotagem. Segundo o proprietário a média de consumo oscila entre 36 e 43 km/litro. "Dependendo da forma que piloto na estrada consigo rodar mais de trezentos quilômetros, mas claro que depende da minha pressa".

Amigável, o scooter é um tipo de veículo muito fácil de conduzir, não tem pedal de câmbio ou manete de embreagem. O sistema de transmissão final é V-Matic, que usa polias e correia. As polias alteram de posição simulando uma marcha diferente. O sistema é bastante conhecido (e confiável) presente na maioria dos scooters do mundo. Esse tecnologia permite ao dono usar apenas as mãos (para acelerar e usar os freios). O freio dianteiro tem disco de 240 mm – com sistema ABS – enquanto a traseira usa disco de 220 mm. 

Ciclística

O quadro, do tipo berço duplo em aço – é o responsável por sustentar o motor e fixar suspensão traseira e dianteira.  O banco está a 795mm do solo e permite apoiar os pés com facilidade e controlar os 127 kg (a seco) desse novo Honda que oferece espaço para um capacete debaixo do banco e porta objetos no escudo frontal.


Destaque para o desing arrojado, inspirado no caro e sofisticado X-ADV, luzes em full LED, painel digital com dois computadores de bordo, chave Smart Key e sistema Idling Stop complementam o conjunto e fazem do ADV um scooter carismático e que chama atenção. Por falar em atenção, usa o prático sistema de luzes alerta, muito útil nas emergências de estradas ou ao parar nas praças de pedágio. 


O modelo tem preço público sugerido de R$ 17.490 - sem frete e seguro, tendo como base a cidade de Brasília (DF), nos outros Estados o preço final varia em função do ICMS, frete e política de preços do concessionário.  O valor da prestação, pelo consórcio Nacional Honda, começa em R$ 323,00 (para o plano de 80 meses). Sua garantia é de três anos (sem limite de quilometragem) e o fabricante oferece 7 trocas de óleo grátis.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

motor

Tipo OHC, monocilindrico, 4 tempos, refrigeração a liquido

Cilindrada 149,3 cc

Diâmetro x Curso 57,3 x 57,9 mm

Potência Máxima 13,2 cv a 8.500 rpm

Torque Máximo 1,38 kgf.m a 6.500 rpm

Sistema de Alimentação Injeção eletrônica PGMF-I

Relação de Compressão 10:6,1

Tanque de Combustível 8 Litros

Transmissão Tipo V-Matic

Óleo do Motor 0,9 Litro

Sistema de Partida Elétrico

Combustível Gasolina

chassi

Tipo Berço Duplo

Suspensão Dianteira Garfo Telescópico

Curso Amort. / Eixo Roda 130 /116mm

Suspensão Traseira Dois amortecedores

Curso Amort. / Eixo Roda 120 / 102 mm

Freio Diant. / Diâmetro A disco / 240 mm

Freio Tras. / Diâmetro A disco / 220 mm

Pneu Dianteiro 110/80-14M/C

Pneu Traseiro 130/70-13M/C

dimensões

Comprimento x Largura x Altura 1950 x 763 x 1153 mm

Distância entre Eixos 1324 mm

Distância Mínima do Solo 165 mm

Altura do banco795 mm

Peso Seco: 127 kg

Preço sugerido: R$ 17.490,00 (base Brasília – DF)