sábado, 11 de agosto de 2018

Veja algumas motos que custam até R$ 10 mil

O consumidor brasileiro tem mais de vinte modelos a disposição se estiver disposto a gastar até R$ 10 mil para comprar uma moto. Com tantas opções, podem surgir dúvidas sobre qual a melhor opção para ter na garagem. Para ajudar na decisão escolhemos seis modelos de diferentes estilos que oferecem bom custo/benefício. Levamos em consideração os equipamentos de cada modelo em comparação às concorrentes e, claro, seu preço.


Motoneta - Honda Pop 110 - R$ 5.598

A Pop 110i é um dos veículos de duas rodas mais baratos do Brasil – e o mais em conta no line-up da Honda. Criada para ser um meio de transporte robusto e econômico, a Pop 110i faz até 43 km/litro na cidade. Como seu tanque tem 4,2 litros de capacidade, pode-se rodar até 180 km sem abastecer.
Equipada com motor de 110 cc, alimentado por injeção eletrônica, a Pop tem 7,9 cv de potência e 0,90 kgf.m de torque. Em função de sua proposta de ser mais acessível, só tem partida a pedal e os freios são a tambor.
Mas, por outro lado, a Pop é leve (87 kg a seco) e fácil de pilotar. Seu câmbio tem quatro marchas, como na Biz, mas é preciso acionar a embreagem para fazer as trocas. Apesar dos números modestos, a Pop se mostra muito valente em regiões como o Nordeste. Lá essa motoneta popular é vista transportando até quatro pessoas em seu grande banco.


Scooter - Haojue Lindy 125 - R$ 6.965

Praticidade e espaço para pequenos objetos são fortes argumentos de vendas do Haojue Lindy, o scooter mais barato do Brasil. O espaço sob o banco é bem reduzido e cabe apenas um capacete bem pequeno, porém o fabricante oferece um baú grátis, que resolver o problema de transporte de objetos. 
O motor de 125 cc, alimentado por carburador, tem potência de 8,4 cv e torque de 0,92 kgf. Equipado com câmbio automático (CVT), é fácil de pilotar: basta acelerar. O consumo de gasolina divulgado pela marca é de 35 km/litro, com tanque de 5,5 litros sua autonomia é restrita a 150 km/litro.
Equipado com rodas pequenas – de 10 polegadas – exige cuidado em ruas esburacadas. O sistema de freio usa disco na dianteira e tambor na traseira, que são suficientes para parar os 110 kg em ordem de marcha do scooter chinês. Apesar de ser um bom negócio, o Lindy fica devendo desempenho para pegar estrada e um sistema de freios mais eficiente.

Street até 125 cc – Yamaha Factor 125i - R$ 8.090 

Quem precisa de uma moto street robusta com tanque de grande capacidade e não se preocupa tanto com desempenho, a Yamaha Factor 125 é uma boa opção. A lista de equipamentos de série que facilitam a vida do motociclista é extensa. Para começar o freio a disco na dianteira, que garante frenagens mais eficientes, assim como as rodas de liga leve que dispensam manutenção e ainda podem usar pneus sem câmara – que são mais práticos e seguros em caso de furo. O painel totalmente digital completa a lista de “luxos” do modelo.
O motor de 125 cc tem 11 cv de potência máxima e 1,1 kgf.m de torque (abastecido com gasolina). O propulsor usa injeção eletrônica de combustível e pode ser abastecido com etanol ou gasolina. Por falar em abastecimento, o consumo da Factor 125 chegou a 46 km/litro em nosso teste. Graças a seu tanque de 15,7 litros ela pode superar os 700 km de autonomia.

Street acima de 150cc – Honda CG 160 Fan - R$ 9.035

A eficiência do sistema de freio e a possibilidade de viajar com a moto podem ser fatores de decisão para a compra de uma street de 150cc ou mais. Nessa categoria, o melhor negócio é a Honda CG 160 Fan, que traz disco na dianteira e sistema de freios CBS (Combined Brake System). O sistema distribui a força de frenagem entre as duas rodas, caso o piloto acione somente o freio traseiro. Mas outras características dessa CG influenciaram em nossa indicação. As rodas de liga e os pneus sem câmara foram um deles, assim como o painel digital com conta-giros.
O motor de 162,7 cc atinge a potência máxima de 14,9 cv e o torque é de 1,4 kgf.m, números que permitem viajar a 110 km/h sem esforçar o motor, bastando usar o câmbio de cinco marchas que tem engates suaves e preciosos. Seu motor é flex, bebe gasolina ou etanol, e o consumo em nosso teste foi de 35 km/litro. Com seu tanque de 16,1 litros é capaz de superar os 550 km de autonomia. 

Custom – Dafra Horizon 150 - R$ 9.390

Quem gosta das custom, mas está limitado pelo orçamento, tem na Dafra Horizon 150 a opção para desfilar com uma moto charmosa e fácil de pilotar. Imponente, o visual da Horizon remete aos modelos maiores como a Harley-Davison 883 R, de quem herdou o visual. Seu motor de 149 cc ainda é alimentado por carburador e produz 12,8 cv de potência máxima e torque de 1,39 kgf.m. A mini-custom tem câmbio de cinco marchas. O tanque de 14 litros oferece autonomia superior a 400 km – já que seu consumo médio é de 30 km/litro.
Um dos destaques dessa pequena custom é a facilidade de pilotagem. Seu banco fica a apenas 72 cm do solo, permitindo que pessoas de menor estatura apoiem facilmente os pés no chão. Freio a disco na dianteira, rodas de liga leve e pneus largos (3.00 na dianteira e 130/90 na traseira) ajudam a “encorpar” seu visual. Repleta de cromados que se sobressaem na pintura preto fosco, Dafra Horizon tem até Sissy Bar (encosto para garupa) e guidão alto e largo – acessórios dignos de uma custom.

Trail - Honda NXR 160 Bros - R$ 10.241

Embora nossa ideia era limitar as escolhas até R$ 10 mil, julgamos interessante incluir uma trail. E nesse segmento, o modelo mais em conta é a versão de entrada da NXR 160 Bros. Com suspensões de longo curso (180 mm, na frente, e 125 mm, atrás), a trail é ideal para quem tem de encarar estradas de terra. As rodas, de 19 polegadas na dianteira e 17 na traseira, são calçadas com pneus de uso misto e freios a tambor – por isso ela é a única trail nessa faixa de preço.
Sua versatilidade credencia a Bros 160 para ser uma companheira na área rural. E, assim como sua concorrente Yamaha Crosser, que custa a partir de R$ 11.390, pode ser comprada com subsídios para as famílias cadastradas no programa Pronaf Mais Alimentos.
Seu tanque de combustível tem capacidade para 12 litros, mas só pode ser abastecido com gasolina. O consumo urbano da Bros 160 foi de 35 km/litro projetando uma autonomia de 440 km. O motor de 162,7 cm³ usa câmbio de cinco marchas e atinge a potência máxima de 14,7 cv e torque de 1,6 kgf.m, números que permitem um bom desempenho também na estrada.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Cheiro de encrenca


Ao rodar com sua motocicleta o piloto iniciante, e até os mais experientes, podem escapar de tombos prestando atenção a detalhes que estão “no ar”.
Estou falando do cheiro (ou aroma, para ser mais classudo kkkk). O cheiro pode mostrar mudanças no asfalto que podem te derrubar.
Diesel
Um cheiro que significa encrenca é o de óleo diesel, comum próxima às transportadoras ou postos. Por isso, ao sentir um forte cheiro de óleo diesel no ar, olhe para o chão a sua frente. Se notar uma mancha escura no asfalto evite passar por cima.

Agora ferrou?

Caso já esteja sobre a mancha não use os freios ou faça manobras bruscas, você pode cair. Tente manter a moto na posição vertical da forma mais suave possível.
Na estrada é comum
O risco de óleo na pista é maior em trechos de estrada perto dos postos. O caminhão enche o tanque de diesel além do limite e, ao fazer a curva ou sair do posto, o excesso de óleo pode cair do bocal do tanque.
A mancha de óleo diesel costuma brilhar e tem a tonalidade azul. Quando a pista está molhada e no escuro é difícil detectá-la. Por isso, todo cuidado é pouco.
Na dúvida reduza a velocidade gradativamente. É a forma mais segura de passar em locais com muitas transportadoras ou postos que costuma atender caminhões. Confie no seu nariz, ele é seu amigo!

terça-feira, 17 de julho de 2018

George Clooney bate a moto e faz pouso forçado, mas poderia ter evitado

Por mais experiente que você seja, por mais que já tenha rodado com sua moto, sempre existe algo para aprender. E, muitas vezes, essa lição chega na forma de um susto ou pior um acidente. Um exemplo aconteceu com famoso ator George Clooney, que bateu de frente com um automóvel na manhã do dia 10 de julho (terça-feira) nos arredores de Olbia, na Itália.
Apesar do dia limpo e uma manhã aparentemente calma, existia um fator de risco que não foi considerado pelo ator: o lugar era tranquilo demais. Isso pode parecer uma brincadeira, mas lugares turísticos e manhãs ensolaradas são condições perigosas para o motociclista. Tais condições tendem a criar um clima de relaxamento nos motoristas e pilotos, pois parece que nada "pode dar errado".

George Cloney não teve culpa, mas faltou experiencia
Cloney estava pilotando um scooter e ao passar em um cruzamento colidiu de frente com um Mercedes Benz. O motorista do carro alegou que não viu a moto vindo na sua direção e cruzou a pista entrando à esquerda. Cloney, não teve tempo de usar o freio, bateu e foi projetado no parabrisa.
Por sorte, ele teve ferimentos leves e já saiu do hospital apenas com o joelho machucado. Mas ele poderia ter evitado o acidente. Veja o vídeo.
https://www.youtube.com/watch?v=nCYqI7IMXeE
Apesar de rodar na via preferencial ele deveria ter reduzido a velocidade, prevendo a possibilidade de não ser visto pelo motorista, que já apontou seu carro como se não fosse parar. E realmente foi isso que aconteceu. O motorista alega ter sido atrapalhado pelos reflexos e realmente não ter visto a aproximação do scooter. Outro fator que serviu de alerta era um caminhão que esperava para cruzar a pista. Ou seja, a situação representava um risco real. Claro que isso não é motivo para isentar o motorista da Mercedes de sua responsabilidade no acidente, porém serve de alerta para os motociclistas.
Afinal, não adianta ter razão e acabar no hospital. Infelizmente é preciso levar em consideração a distração e o relaxamento dos motoristas, assim não custa nada reduzir a velocidade e ter certeza que você está sendo visto.


sexta-feira, 13 de julho de 2018

Novo pneu para motos populares

Destinado a motos de baixa cilindrada, o novo pneu Super Street SS 48 da fabricante gaúcha Rinaldi é oferecido nas medidas 2.75-18 para a dianteira e 90/90-18 para a traseira. Segundo a marca informou em seu comunicado, o principal atrativo do novo produto é maior rendimento quilométrico. A empresa também informa que o novo pneu tem garantia de cinco anos contra defeitos de fabricação. Informações www.rinaldi.com.br

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Moto com placa final 4 deve ser licenciada até 31 de julho

Você roda sem licenciamento? Pode ficar sem a moto
Muita gente começa o ano e paga o IPVA e o Seguro Obrigatório (DPVAT) da moto, porém deixa para depois o licenciamento. Se você fez essa opção, fique atento ao prazo final de licenciamento que é 31 de julho, caso sua moto seja placa final 4 e emplacada no Estado de São Paulo.
placa final 4 e pode ser paga na rede bancária informando o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Se desejar receber pelo Correio a taxa de envio é de R$ 11 e o prazo estimado de cinco dias para a entrega. Também é possível retirar o documento nos postos do Detran e Poupatempo. Quem rodar com o documento atrasado está sujeito a multa de R$ 293,47 e sete pontos no prontuário. Além disso, o veículo pode ser removido para o pátio.

Yamaha apresenta rede de concessionárias Racing Blue

A Yamaha terá concessionárias com áreas exclusivas para a comercialização de modelos off-road da linha YZ e WR. Os modelos são usados para a prática do motocross, enduro e rally. Chamadas pelo fabricante de “Racing Blue”, as concessionárias terão espaço exclusivo, com decoração que remete ao mundo off-road. Além do visual, as lojas contarão com uma equipe especializada no atendimento e estoque de peças para garantir agilidade no atendimento e serviços.
Por enquanto, são apenas quatro concessionárias RACING BLUE no Brasil: Nacar Motorcycle, em São Paulo (SP); O2 BH em Belo Horizonte, e a Use Motos em Uberlândia, ambas no estado de Minas Gerais, e a Geração Motos, em Florianópolis (SC).

Ficou mais fácil comprar o PCX

Campanha de venda com taxa de de 0.99% no financiamento 
Sucesso de vendas no Brasil, a linha de scooter PCX da Honda em breve receberá grandes mudanças na versão 2019. Assim, com a iminente mudança, o fabricante lançou uma condição especial de financiamento para a linha 2018. A promoção é válida durante o mês de julho e oferece a taxa de 0,99 ao mês com entrada de 50%. O PCX na versão básica, por exemplo, tem preço de R$ 11.990,00 com entrada de R$ 5.995,00 o saldo fica em 24 prestações fixas de R$ 316,22. A promoção também vale para as versões Sport e DLX (ambos com preço de R$ 12.490). Os valores têm como base o preço sugerido de São Paulo (sem frete e seguro).

BMW apresenta nova cor para G 310R

A BMW anunciou algumas novidades para os modelos 2019 em todo o mundo. Entre elas uma nova opção de cor “Racing Red” (vermelho) para a naked G 310R, além de novos grafismos para a versão HP Motorsport, branca com grafismos em azul e vermelho. Vendida por aqui nas cores branca (HP), preta e azul por R$ 21.900, a compacta premium da marca alemã usa motor de um cilindro, 313 cc e 34 cv de potência máxima, com sistema ABS de série. Segundo comunicado da BMW internacional, a cor azul será extinta. Ainda não há informações se a fábrica comercializará a nova cor vermelha no Brasil.

Quem trabalha no campo paga menos juros para financiar motocicleta

Motos como a Honda Bros 160 que são usadas na agro pecuária terão taxas mais atrativas para o trabalhador rural
Há muitos anos, o produtor rural descobriu que as motos são mais baratas e eficientes do que os animais para o trabalho no campo. Por isso, ver agricultores usando motos enquanto realizam suas tarefas ou em deslocamentos é cada vez mais comum no interior do Brasil.
Reconhecendo a utilidade desses veículos para a agricultura familiar o governo, por meio do programa Pronaf Mais Alimentos, anunciou uma linha de crédito especial para que o produtor rural adquira sua moto com facilidades. As taxas de juros variam de 0,5% e 4,6% ao ano e o prazo pode chegar a 120 meses, com carência de até três anos.
Vale ressaltar que apenas as famílias agrícolas cadastradas no programa Pronaf Mais Alimentos são contempladas pela linha de crédito especial. Atualmente, há mais de 4 milhões de famílias inscritas no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar. “A iniciativa possibilita aos agricultores o acesso a produtos mais modernos, de tecnologia avançada, melhor desempenho e, ainda, com a garantia das fabricantes”, afirma Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, associação dos fabricantes de motocicletas.
Outro detalhe é que apenas as motos catalogadas no Pronaf podem ser adquiridas por meio da nova linha de crédito rural. Ao todo são oito modelos de motos on/off-road dos fabricantes Honda (Bros 160, XRE 190, CRF 230) e Yamaha (XTZ 150 Crosser S e Z, Lander 250 e Ténéré 250), além de motores estacionários, motores de popa e até o quadriciclo Honda TRX 420 Fourtrax.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Tombos bobos acontecem, mas é fácil evitar

Parece brincadeira mas muita gente perde o equilíbrio e cai com a moto parada, não presta atenção se consegue se apoiar e quando vê está no chão. Outra uma falha bastante comum, que costuma derrubar até os pilotos experientes, é deixar de
abaixar o descanso lateral da moto. Conhecido como "pezinho" o componente tem a função de suportar o peso da moto.

Quase impossível
O maior problema ao esquecer de abaixar o descanso é que o piloto só percebe quando a moto começa a tombar. Na maioria das vezes é impossível segurar a moto por conta do peso. Mesmo modelos mais leves, como uma Honda Biz (que pesa menos de 100 kg), pode ser impossível segurar depois de certa inclinação. 

Não se arrependa
Tentar segurar a moto pode causar torções e estiramentos nos músculos e nervos. Muita gente que já sustentou a moto e se arrependeu por conta de dores lombares, nos ombros e também no punho.
A dica mais importante é tomar cuidado e sempre prestar atenção ao parar a moto. Olhar se o chão é liso ou se existe algum buraco. Se estacionar a moto em locais de terra ou na areia certifique-se que o piso consegue sustentar o peso da moto. Em caso de dúvida use um apoio abaixo do descanso lateral. Pode ser pedaço de madeira ou uma lata amassada que já são o bastante.