quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

Exame prático de moto, Detran ensina como passar

Aula prática no litoral de São Paulo, na hora do exame tem aluno que esquece tudo

O Detran.SP lista algumas dicas e orientações valiosas para ajudar os candidatos que realizam o exame prático de direção veicular e para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou a Permissão para Dirigir (PPD). Basta fica atento às recomendações, que são exigidas pelos examinadores, para se dar bem na avaliação e ganhar nota 10.

Durante o exame, as faltas cometidas são registradas no momento em que ocorrem. O critério é a pontuação negativa por falta cometida, sendo que o candidato que cometer uma falta eliminatória ou cuja soma dos pontos negativos ultrapassar três será reprovado.

Faltas eliminatórias (reprovação): iniciar a prova sem estar com o capacete devidamente ajustado ou sem viseira ou óculos de proteção; descumprir o percurso; colidir em cones; cair do veículo durante a prova; não manter equilíbrio na prancha; avançar sobre o meio-fio ou a parada obrigatória; colocar os pés no chão com o veículo em movimento; provocar acidente durante o exame e cometer qualquer outra infração gravíssima.

Faltas graves (3 pontos): deixar de colocar um pé no chão e o outro no freio ao parar o; invadir qualquer faixa durante o percurso; não fazer ou fazer incorretamente a sinalização; fazer o percurso com o farol apagado e cometer qualquer infração grave.

Faltas médias (2 pontos): utilizar incorretamente os equipamentos; engrenar ou usar marchas inadequadas; não recolher o pedal de partida ou o suporte do veículo antes de iniciar; interromper o funcionamento do motor sem justa razão após o início da prova; conduzir o veículo sem segurar o guidom com as duas mãos e cometer qualquer outra infração de trânsito de natureza média.

Faltas leves (1 ponto): colocar o motor em funcionamento quando já engrenado; conduzir o veículo provocando movimento irregular; regular os espelhos retrovisores durante o percurso do exame e cometer qualquer outra infração leve.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Saiba quantos Fuscas ainda rodam em São Paulo



Raro exemplar do jornalista Cicero Lima, de Atibaia (SP), atrai olhares da nova geração

Leia abaixo notícia da assessoria de imprensa do Detran.SP  que informa haver de 650 mil Fuscas que ainda rodam no Estado de São Paulo. 

 Levantamento do Detran.SP comprova que um dos modelos de veículo mais emblemáticos da história, o Fusca, continua nos corações dos motoristas paulistas. No dia 20 de janeiro, quando se comemora o Dia Nacional do Fusca (data do início de fabricação do carro no Brasil, em 1959), existem cerca de 650 mil Fuscas ativos trafegando pelas vias do Estado, desde a versão 1.200 cilindradas ao moderno New Beetle.

São Paulo, Campinas, Guarulhos, Santo André e São Bernardo do Campo ocupam os cinco primeiros lugares com a maior frota deste veículo. Atualmente, mais de 209 mil exemplares circulam nestas cidades, sendo que dez mil deles são itens de colecionadores, que circulam com placas pretas.



sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Alunos deverão provar vacinação contra a Covid-19 no exame prático

 

O candidato à habilitação terá mostrar o comprovante de vacinação antes do exame prático

Além dos custos elevados, do longo tempo de espera, locais de provas muitas vezes inapropriados e o característico nervosismo no dia do exame, os candidatos que participarão do exame prático terão outra preocupação: portar o comprovante de vacinação contra a Covid-19 no dia da prova.

Em informativo dirigido aos veículos de comunicação o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) informou "que a partir de 20 de janeiro de 2022 (quinta-feira) será exigido o comprovante de vacinação contra a Covid-19 para todos os examinadores de trânsito e candidatos à habilitação nos exames práticos de direção veicular.

Todos deverão apresentar o comprovante no formato físico ou digital ao presidente da banca no início dos testes, no momento da assinatura da ata de presença.

É valido ressaltar que estão mantidos os demais protocolos sanitários recomendados pelas autoridades de saúde".  

Portanto, os instrutores e diretores dos CFC´s devem reforçar ao candidato da importância de levar o documento no dia do exame, caso contrário, será impedido de fazer o exame.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

Moto, motoneta ou scooter?

Conheça a diferença entre esses tipos de veículos e faça a sua escolha

Na hora da escolha do modelo é natural haver dúvidas, principalmente se for a primeira moto. Apenas a Honda, maior fabricante do Brasil, oferece mais de 40 opções. É preciso ter cabeça fria e analisar se a moto (motoneta ou scooter) é adequada às suas necessidades. Ter uma moto adequada ao biotipo do piloto é fundamental para haver uma convivência harmoniosa – e segura. Pilotos de baixa estatura, ou recém-habilitados, não se sentem à vontade em motos altas. Para esse tipo de usuário os modelos mais indicados são os scooters, as streets de baixa cilindrada e as motonetas. Todas são leves e têm o assento baixo o que permite apoiar os pés no chão com facilidade. Conheças as principais características desses modelos que são os mais vendidos no Brasil em suas categorias. 



Scooter

Charme com espaço

Feitos para agradar o público urbano e com espaço sob o banco e porta-luvas atrás do escudo frontal os scooters são imbatíveis quando o assunto é agilidade e praticidade. Além disso, ainda têm a seu favor a facilidade de pilotagem. Usam câmbio do tipo CVT que dispensa a troca de marchas, bastando ao piloto acelerar e frear. Outro detalhe é que ele não “morre” nas saídas, ou seja: um detalhe a menos para o motociclista iniciante se preocupar.

Ficha técnica

Honda PCX 150 Sport 

Motor: OHC, monocilíndrico, 149,3 cm³, quatro tempos, duas válvulas, arrefecimento líquido.

Potência: 13,2 cv a 8.500 rpm

Torque: 1,38 kgf.m a 5.000 rpm

Diâmetro e curso: 57,3 mm x 57,9 mm

Alimentação: Injeção eletrônica

Transmissão: CVT

Suspensão dianteira: garfo telescópico com 100 mm de curso

Suspensão traseira: sistema bichoque com 100 mm de curso

Freio dianteiro: disco simples de 220 mm de diâmetro com pinça de dois pistões e ABS

Freio traseiro: disco simples de 220 mm de diâmetro com pinça de dois pistões

Pneus: Dianteiro 100/80 -14 e traseiro 120/70 -14.

Quadro: Berço duplo em tubos de aço

Dimensões (C x L x A): 1.923 mm x 745 mm x 1.107 mm

Distância entre-eixos: 1.313 mm

Distância mínima do solo: 137 mm

Altura do assento: 764 mm

Peso a seco: 126 kg

Tanque: 8,0 litros


Motonetas

Economia e praticidade

O gasto com passagens e o tempo perdido com o transporte podem ser radicalmente diminuídos com o uso de um veículo de duas rodas. Nesse caso as motonetas, como a Honda Biz 125, são excelentes opções. Elas oferecem a praticidade do espaço debaixo do banco e a facilidade do câmbio semi automático. O piloto apenas troca de marcha e não se preocupa em acionar o manete de embreagem (ela é acionada com o pé, ao pressionar o pedal do câmbio). 

Ficha técnica

Honda Biz 125 2018

Motor: OHC, monocilíndrico, 124,9 cm³, quatro tempos, duas válvulas, arrefecimento a ar

Potência: 9,2 cv a 7.500 rpm

Torque: 1,04 kgf.m a 3.500 rpm

Diâmetro e curso: 52,4 mm x 57,9 mm

Alimentação: Injeção eletrônica

Transmissão: câmbio semi-automático 4 marchas

Partida Elétrica

Suspensão dianteira Garfo telescópico com 100 mm de curso

Suspensão traseira Sistema bichoque com 85 mm de curso.

Freio dianteiro Disco simples de 220 mm de diâmetro e CBS

Freio traseiro Tambor com 110 mm de diâmetro

Pneus 60/100-17 (D) e 80/100-14 (T)

Dimensões: 1.894 mm de comprimento, 714 mm de largura, 1.085 mm de altura

Distância entre-eixos: 1.264 mm

Distância mínima do solo: 131 mm

Altura do assento: 753 mm

Peso a seco: 100 kg

Capacidade do Tanque: 5,1 litros



Motos

Autonomia e versatilidade

A Honda CG 160 é o veículo motorizado mais vendido e mais famoso do Brasil. A família é composta por quatro modelos e muita gente já pilotou CG, afinal ela é usada nas moto escolas, durante o processo para tirar a CNH “de moto”. Escolhida por todo tipo de motociclistas, de profissionais aos viajantes, que curtem robustez, baixo custo de manutenção e grande autonomia graças ao tanque de elevada capacidade (veja na ficha técnica).

Ficha técnica

Honda CG 160 Titan

Motor: OHC, monocilíndrico, 162,7 cm³, quatro tempos, duas válvulas, arrefecimento a ar

Potência: 15,1 cv a 8.000 rpm (etanol)

Torque: 1,54 kgf.m a 7.000 rpm (etanol)

Diâmetro e curso: 57 mm x 63 mm

Alimentação: Injeção eletrônica

Transmissão: câmbio 5 marchas

Partida Elétrica

Suspensão dianteira Garfo telescópico com 135 mm de curso

Suspensão traseira Sistema bichoque com 106 mm de curso.

Freio dianteiro Disco simples de 240 mm de diâmetro e CBS

Freio traseiro Tambor com 130 mm de diâmetro

Pneus 80/100-18 (D) e 100/80-18 (T)

Dimensões: 2.032 mm de comprimento, 745 mm de largura, 1.087 mm de altura

Distância entre-eixos: 1.315 mm

Distância mínima do solo: 170 mm

Altura do assento: 790 mm

Peso a seco: 117 kg

Capacidade do Tanque: 16,1 litros


quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

Não perca o prazo para renovar sua CNH

Informações fornecidas pela assessoria de imprensa do DetranSP

Motoristas que tiveram a CNH vencida nos meses de março e abril de 2020 e ainda não renovaram o documento precisam regularizar a situação até 30 de dezembro de 2021. A norma foi estabelecida a partir da publicação da Deliberação 243 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 09/11/21.

A nova legislação definiu um cronograma completo (veja abaixo) para CNHs que tiveram vencimento entre 1º. de março de 2020 e 31 de dezembro de 2022. O período para a regularização é feito com base no mês de vencimento do documento. Por exemplo, CNHs vencidas entre maio e junho de 2020 deverão ser renovadas até 31 de janeiro de 2022. 

Rodar com CNH vencida é uma infração gravíssima, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A multa para esse tipo de penalidade é de R$ 293,47, além de sete pontos na carteira.

Passo a passo para renovar a CNH

A renovação da CNH pode ser feita de forma online pelo portal do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), Poupatempo (poupatempo.sp.gov.br) ou pelo app ou do Poupatempo digital. Para realizar o serviço, a pessoa não pode ter nenhum bloqueio no prontuário como suspensão ou cassação do documento. Veja as datas de vencimento e os prazos para renovação...


Se a pessoa optar por fazer o processo de forma presencial, deve ser feito agendamento no portal do Poupatempo – www.poupatempo.sp.gov.br no posto que deseja ser atendido.

- Renovação das categorias C, D ou E: o primeiro passo é marcar exame toxicológico em uma das clínicas credenciadas link (https://bityli.com/84GFoy);

- Para o condutor que vai renovar as carteiras de habilitação categorias A e B, selecione a data e hora para exame médico com um profissional credenciado pelo Detran. No caso de profissionais que exercem atividade remunerada é necessário que se faça também o exame psicológico;

- Pague a taxa de emissão do documento no valor de R$107,00 (que inclui o envio pelos Correios (Banco do Brasil, Bradesco, Santander e casas lotéricas).

- A CNH no formato digital, que é válido em todo o país, é disponibilizada por meio do aplicativo da CDT (Carteira Digital de Trânsito), da Serpro (Empresa de Tecnologia da Informação do Governo Federal) disponível nos sistemas operacionais Android e iOS.


domingo, 21 de novembro de 2021

O motocross virou circo, ainda bem!

Criança e os heróis, o motocross vira espetáculo para atrair novos fãs

Nos anos de 1980 os pilotos brasileiros do motocross não tinham sossego nas ruas. Nomes como Eduardo Saçaki (o Japonês Voador) ou Jorge Negretti (o Bicho de Goiaba) estavam na boca dos torcedores e até gente comum que não acompanhava o esporte. Provas como o Hollywood Motocross, que aconteceu em 1989 no Estádio do Pacaembu, serviram para popularizar o esporte, riar novos ídolos e difundir a paixão pela motocicleta. 
Não importa o nome, o que importa são as manobras e o agito

Neste final de semana, depois de anos longe do esporte, a convite do amigo Laner Azevedo – assessor de imprensa da Yamaha – fui acompanhar a etapa do Campeonato Brasileiro que aconteceu em Atibaia (SP), cidade onde moro desde 2006. Quem quisesse ver de perto os novos heróis do motocrossos bastava levar um quilo de alimentos. Confesso que estava orgulhoso enquanto pegava na despensa de casa um pacote de macarrão de 500 kg (Barilla), dois pacotes de macarrão instantâneo e um pacote de azeitonas pretas e subi no scooter para ver de perto como é o cenário do motocross atual. Parei minha Honda PCX pertinho da entrada da Estação Atibaia, paguei R$ 10 de estacionamento. Valor foi justo, recebi um comprovante e segui feliz para o portão de entrada. 
Visita aos boxes com os brindes na mão, os novos fãs da marca e do esporte 

Crianças em êxtase corriam e gritavam "vamos logo, quero ver as motos voando" enquanto pais bufantes e cansados tentavam acompanhar era cena comum. Sem problemas entrei no enorme espaço da Estação Atibaia e, logo de cara, deparei com o pessoal do Serviço Social da cidade que recolhia os alimentos. Perguntei se haveria uma credencial para ter acesso aos boxes (queria rever alguns amigos) “não está tudo liberado”. Fiquei feliz com a informação e entreguei o macarrão que roubei da minha cozinha kkkk (acho que Bete nem perceberá). A sensação de ajudar a combater a fome é bem legal, embora já faça uma doação mensal para a Igreja de São João Batista. Nossa matriz de Atibaia que distribui cestas básicas para famílias carentes na região. 
Enquanto caminhava pela local lembrei das provas que acompanhei nos Estas Unidos onde há grande interatividade entre público e pilotos. Entre centenas de carros estacionados via as bandeiras das marcas tremulando enquanto nos boxes já reinava aquele agito típico das corridas. Vendas de motos, equipamentos, lanches e bebidas completavam o cardápio para quem desejasse passar um domingo divertido.
Concessionária Tsuji mostrou as novidades da Honda para os visitantes



Ao lados dos velhos trens, os mecânicos preparavam as motos para competição

Enquanto pilotos dando atenção aos visitantes e patrocinadores os mecânicos, sempre correndo contra o tempo, preparavam as máquinas para a competição. Havia um clima diferente naquela corrida, um clima que eu não conhecia nas etapas do motocross, principalmente do Campeonato Brasileiro. Muitas famílias circulavam entre os boxes, crianças hipnotizadas pelas motos seguravam seus brindes. Pode parecer um cena corriqueira, mas muitas dessas crianças escolheram lá mesmo qual será a marca do seu coração. Um proximidade saudável entre o público , motos e pilotos que me deixou feliz – vale lembrar que comecei a frequentar as provas do motocross, como jornalista, em 1992. Fui cobrir as etapas de Vilhena, naquele tempo cidade perdida nos rincões do Brasil, hoje próspera e gigante. 
Eu, o Leandro e o Massami encontrar os amigos não tem preço

Logo de cara encontrei meu colega de Duas Rodas, o editor Leandro Mello e o Massami, da concessionária Honda de Bragança. Um clima de cortesia e reencontro dos amigos tomava conta das áreas e boxes. Fui conhecer a enorme estrutura dos boxes da Yamaha e me impressionei com o caminhão dormitório que abriga oito pilotos no motor-home, mais motos e mecânicos na parte traseira. Cá entre nós COISA DE GRINCO, achei nota DEZ. Graças a uma credencial, que agradeço ao Luan (Yamaha) entrei na arquibancada VIP e junto com vários amigos e convidados senti o chão tremer com a aceleração dos motores da categoria. Saquei minha máquina e fiz algumas fotos, confesso que voltei no tempo e me deliciei com a plasticidade do motocross visto pelas lentes. 
Os saltos e o barulho das motos hipnotizam a todos, mesmo quem não acompanha o esporte
Nossa, como é legal ver o colorido das motos passando rápido e o público vibrando com as manobras radicais. 

Fora daqui! 

Eu queria mais, desejava fotografar o gate da largada, transmitir numa imagem para os leitores do meu blog, a beleza que é ver largada de perto. Poxa amigos da CBM (Confederação Brasileira de Motovelocidade) desculpa, não pedi a credencial de imprensa e tive que dar meu jeito para fazer a foto. Enquanto os pilotos alinhavam no gate, docemente pedi ao pessoal da segurança se eu poderia fazer a foto na largada e iria embora. Mostrei a credencial vip e minha imponente máquina fotográfica. “Se o nome estiver na lista entra, caso contrário não pode”. Acompanhei a lista e meu nome não estava lá (claro que não estaria kkkk). Bastou um vacilo dos seguranças, vi uma menina simpática com o crachá da CBM e pedi para ela me acompanhar até o grid, para uma foto e iria embora. Ela não entendeu nada e enquanto os pilotos largavam eu fiz a foto, logo depois fui convidado a me retirar. 
Fiz a foto da largada e logo depois retirado da pista pois estava sem credencial

Tudo bem, a foto para os leitores do blog já estava registrada na minha Canon. Longe da pista resolvi passear pelo local e fotografar algumas situações inusitadas que achei legal. Se você perguntar o nome dos pilotos e o resultado das provas não tenho na ponta da língua. Acho que também a galera da arquibancada não sabe, isso não interessa. O que eles queria era ver as motos acelerando e os saltos dos pilotos. Tudo lembrava um enorme espetáculo que só o motocross é capaz de oferecer. Com os boxes vazios fiz algumas imagens para você ter noção do tamanho das estruturas das marcas. Mostro também alguns detalhes da Estação Atibaia que sediou a etapa, tudo muito bacana. Apesar de ser expulso da pista (tá bom, eu mereci) deixei o local bem feliz. 
Valia tudo para ver as manobras: se apinhar nas arquibancadas ou dar seu jeito (abaixo)




 Para ficar ainda mais legal heróis, como o Homem Aranha, posaram para fotos ao lado das crianças alegrando ainda mais aquele domingo que será inesquecível e ajude a formar a próxima geração de motociclistas.

sexta-feira, 12 de novembro de 2021

Tudo sobre a nova família Honda CG 160 ano 2022

 Quem viaja pelo Brasil, de norte a sul, pode perceber a importância da CG no cotidiano das grandes cidades, litoral ou interior. Sempre tem alguém passando numa CG, ou tem algumas estacionada na rua ou guardada na varanda de alguma casa. A Honda CG faz parte da paisagem brasileira. Em sua história o modelo mudou bastante, veja na foto menor como a CG, modelo 2022, está mais robusta e moderna. Pouca coisa restou da velha e querida CG 125, 1976, que foi a minha primeira moto. - foto abaixo



Potência

O motor de 124 cc, com 10,4 cv de potência, deu lugar ao propulsor (flex) de 162.7 cc que oferece 15,1 cv de potência máxima. O torque passou de 0,87 kgf.m para 1,54 kgf.m. Em relação ao sistema de alimentação, a nova CG traz o que há de mais moderno. O velho carburador ficou no passado e o sistema de injeção eletrônica alimenta o propulsor com a quantidade exata de combustível. Para isso um processador analisa a velocidade, marcha engatada, posição do acelerador, temperatura dentro do motor. Com base nos dados envia para a câmara de combustão apenas a quantidade de mistura (ar + combustível) necessária. Tanta eletrônica também permite que o processador perceba que tipo de combustível está no tanque, gasolina, etanol ou a mistura de ambos. Isso é feito analisando os gases emitidos pelo escapamento...

Honda CG 160 Titan, 2022, modelo é o top de linha e um dos mais cobiçados

Evolução 

Os números também mostram que a CG ficou mais encorpada, mais imponen - te. O peso, por exemplo, passou de 94 kg para 117 kg. As linhas de design também mudaram, a CG Titan traz inspiração nos modelos esportivos da marca. Assim como a moto evoluiu e recebeu alterações, os consumidores também têm necessidades e gostos diferentes. Para atender a esse público o fabricante diversificou as opções. Hoje a família CG é composta por quatro opções e todas receberam mudanças na versão 2022.

Família moderna

 Nas versões Fan e Cargo, por exemplo, as mudanças estão presentes na moldura de painel, carenagem de farol e laterais do tanque. A sofisticada CG 160 Titan, traz nova moldura do painel e laterais do tanque exclusivas nova moldura do painel, nova carenagem de farol e de laterais do tanque, exclusivas do modelo, além de rabeta com laterais redesenhadas. O chassi (ou quadro) é mesmo para to - dos os modelos. Fabricado em chapa de aço estampada é do tipo Diamond e usa o motor como elemento estrutural. As motos Honda CG 2022 são dotadas do sistema CBS – Combined Braking System, sendo a CG 160 Start equipada de freio dianteiro e traseiro a tambor. Nas CG 160 Cargo, Fan e CG 160 Titan, o freio na dianteira é a disco e o traseiro a tambor. Uma particularidade da Honda CG é a facilidade de pilotagem. Os comandos chegam às mãos com naturalidade e a convivência entre moto e piloto, mesmo aqueles recém-habilitados, é muito intuitiva. Isso mostra que o fabricante sempre se preocupou no desenvolvimento de uma moto que se adequa aos diversos tipos de usuários – com os mais diferentes biótipos.

Família se modernizou como vemos na Honda CG 160 Titan, Fan e a Start (da dir. para à esq.)

Motor

O motor de um cilindro usa comando de válvulas tipo OHC (Over Head Camshaft) equipa as quatro versões. O deslocamento volumétrico é de 162,7 cm3 (também conhecido como “cilindrada”) e oferece a potência máxima de 15,1 cv a 8.000 giros. Quando abastecida com etanol, o torque máximo é de 1,54 kgf.m (caso das versões Cargo, Fan e Titan). Outro sistema comum à família é o câmbio de cinco marchas, com embreagem mecânica (acionada pelo manete)e multidisco em banho de óleo. Na prática, o acionamento da embreagem, a troca de marchas ou achar o “neutro” é tarefa fácil na Honda CG. Para quem não conhece o sistema de transmissão final – também chamado “relação” – é composto por corrente, coroa e pinhão. Usa corrente do tipo 428, com coroa de 44 dentes e pinhão de 15 dentes.

Nas motos o sistema de suspensão é fundamental para o conforto e segurança do piloto e garupa. Desde de 2018, a linha CG usa o sistema SFF (Separated Function Fork). Presente na dianteira oferece curso de 135 mm. Um tudo (ou bengala) recebe o sistema hidráulico – que deve “reter o movimento” enquanto o outro tubo recebe a mola, que tem a função de amortecedor. O curso da suspensão na traseira é de 106 mm com dois amortecedores que oferecem regulagens na carga de mola em cinco posições. 

Rodas & Pneus

Os tamanhos, tipos e medidas de pneus e rodas são diferentes. Na Start as rodas são raiadas (veja box)  enquanto na Fan, Cargo e Titan são de liga leve. Na dianteira todas usam pneus (80/100 – 18) e, na traseira,(100/80 – 18) com exceção da Titan que vem com pneu mais largo (90/90 – 18). O sistema de freios CBS (Combined Braking System) distribui a força de frnagem. Caso o piloto acione apenas  freio traseiro, o sistema aciona automaticamente o freio dianteiro. Isso diminui o espaço de frenagem e aumenta o controle durante a manobra. Os modelos CG 160 Cargo, Fan e Titan usam disco de 240mm de diâmetro e cáliper de pistão triplo de acionamento hidráulico (na dianteira). O tambor com 130 mm de diâmetro e sapatas é comum a todos.


Tanque & Cores

Todos os modelos contam com tampa de tanque no padrão aeronáutico – que facilita muito na hora de abastecer. No tanque da Titan, Fan e Cargo cabem 16,1 litros (3,1 de reserva). Em vários testes o consumo foi superior a 40 km/litro, projetando autonomia superior a 600 km. Mas claro que o consumo e autonomia dependem de vários fatores, entre eles o estilo de pilotagem. As cores disponíveis para a CG 160 Start são prata metálico, vermelho e preto. Na CG 160 Cargo o branco, enquanto na CG 160 Fan as opções são o azul perolizado, vermelho e preto. Já a CG 160 Titan pode ser escolhida entre opções cinza metálico, vermelho perolizado e amarelo perolizado.

Start 

é o modelo de entrada da família CG que, na versão 2022, traz novo design na moldura do painel de instrumentos e na carenagem frontal, com três opções de cores prata metálico, vermelho e preto.

Em relação aos outros modelos da linha, a CG 160 Start também usa o sistema de injeção eletrônica PGM-FI. Porém, a Start pode ser abastecida somente com gasolina. A capacidade do tanque de combustível é de 14,6 litros sendo 3,2 litros de reserva.

Outra peculiaridade é o uso de freios a tambor com 130 milímetros de diâmetro, na dianteira e traseira. Como nos outros modelos da família, o sistema CBS (Combined Brake System) também está presente. O sistema distribuiu a força de frenagem entre a roda traseira e a dianteira, garantindo frenagens em menor espaço e com maior controle. A versão Start usa rodas raiadas e pneus com câmara nas medidas 80/100 -18, na frente e, 100/80 -18, atrás.


segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Veja nossa lista com seis modelos e escolha a primeira scooter

As scooters podem ser uma excelente porta de entrada para os iniciantes no mundo das duas rodas. Elas também agradam aos mais experientes que buscam um segundo veículo para fazer companhia à sua moto na garagem.

Elas usam uma espécie de câmbio automático (chamado CVT). Graças a este sistema o piloto não precisa trocar de marcha, basta acelerar – como nos carros automáticos. Essa característica facilita muito a vida do iniciante no mundo das duas rodas, que não precisa se preocupar em usar a embreagem e trocar de marchas. Além disso, o scooter não “morre” nas saídas de farol ou nas subidas. Basta acelerar.

Outra diferença básica em relação às motos são os freios. Para acioná-los o piloto usa apenas as mãos: no manete direito freia a roda dianteira; e no esquerdo, a roda traseira. Muitos oferecem freios combinados, que distribuiu a frenagem entre as rodas de forma mais eficiente. Outros possuem até mesmo o sistema de freios ABS, capaz de evitar o travamento das rodas.

Os scooters têm carenagem frontal – também conhecida como escudo – que protege os pés e pernas dos pilotos contra o frio e chuva. Outra atração desses veículos está na capacidade de transportar o capacete e outros objetos sob o banco.

Pensando na facilidade de pilotagem e na praticidade, fizemos essa lista com seis modelos oferecidos pela Honda, maior fabricante do Brasil 

Honda Elite 125 (foto acima)

Modelo de entrada do fabricante, usa motor de 125 cc e seu banco fica a apenas ???? do chão. mais barato entre os concorrentes apresentados nesta lista. Além disso, ele é o mais leve - pesa 104kg (a seco, sem óleo e combustível) - e seu assento fica apenas a 772 mm do solo. Características que permitem manobrá-lo sem esforço mesmo desligado. Seu motor de 125 cc tem modestos 9,34 CV a 7.500 giros. 

Equipado com rodas de 12 polegadas na frente e 10 atrás, oferece bom espaço sob o banco (cabe um capacete fechado). O tanque tem capacidade para 6,4 litros.


Honda PCX 150 (foto acima, versão ABS)

O primeiro veículo de duas rodas a contar com o sistema idling stop, que desliga o motor em paradas longas por mais de três segundos, o PCX tem no baixo consumo e na autonomia grandes atrativos. Seu motor de 149,3 cm³ é capaz de atingir a potência máxima de 13,2 cv a 8.500 giros. Com seu tanque de 8 litros pode rodar quase 300 km sem necessidade de abastecimento. As rodas de 14 polegadas convivem melhor com terrenos irregulares e têm freio a disco na dianteira e traseira e freio ABS. Seu banco fica a 76 cm do solo e o PCX pesa 126 kg (a seco), dimensões que garantem facilidade de pilotagem.

Destaque para a iluminação full LED, chave smart key, tomada 12V e painel totalmente digital.



Honda SH 150i (foto acima)

Com suas rodas grandes (de 16 polegadas) o novo Honda SH 150 é capaz de conviver melhor com as ruas esburacadas. Outro atrativo é o sistema de freios ABS, mas o grande diferencial é a chave do tipo smart key que não precisa ser inserida no contato. Basta mantê-la próxima ao scooter para ligar o motor de 149,3 cm³ com potência máxima de 14,7 cv a 7.750 giros que acelera com bastante vigor.

Seu tanque tem capacidade para 7,5 litros e a economia de combustível é auxiliada pelo sistema idling stop - que desliga o SH 150 toda vez que ele para durante mais de 3 segundos. Sob o banco é possível guardar um capacete fechado. O destaque visual do SH 150 fica por conta das luzes de LED. Seu banco fica a 79,9 cm do solo e seu peso (a seco) de 129 kg exigem habilidade do piloto. Também disponível na versão DLX

Honda ADV (foto acima)

Único em sua categoria, traz atrativos para enfrentar todo tipo de terreno. O conjunto formado pela suspensão Twin Subtank Showa (traseira), rodas de 14 polegadas e pneus destinos é capaz de enfrentar estradas sem asfalto e até superar obstáculos como pedras e buracos. O motor do ADV, de  149,3 cm³ oferece a potência máxima de 13,2 cv, mas o torque de 1,38 kgf.m "empurra" os 127 kg (a seco) com vigor.

Seu tanque tem capacidade para 8 litros e permite viajar por mais de 300 km (claro, dependendo da forma de pilotagem). Iluminação full LED, chave smart key, painel 100% digital e são atrativos do modelo que traz para-brisa regulável. 

Honda SH 300i Sport (foto acima)

Quem busca um modelo para usar na cidade e também em viagens (com ou sem garupa) a SH 300i oferece bom desempenho na estrada - graças ao motor de 279,1 cc que atinge a potência máxima de 25,9 cv. Rodas de 16 polegadas, sistema de freio ABS completam o conjunto que também traz um grande para-brisa que garante conforto e proteção (principalmente para enfrentar a chuva e frio).

O tanque de 9,1 litros permite rodar mais de 250 quilômetros sem preocupações com autonomia. Chave smart kay, tomada de 12 V e o assoalho plano são atrativos desse modelo que traz o design europeu. 

Honda X-ADV (foto acima)

Um dos modelos mais modernos do mundo, a X-ADV oferece motor de dois cilindros de 745 cc - com potência máxima 54,8 cv a 6.250 rpm. Essa potência é controlada pelo sistema de embreagem dupla - chamada DCT. A troca de marchas pode ser feita automaticamente ou pelo piloto. Repleto de tecnologia - como o HSTC (sistema de controle de torque que chega à roda) para ajudar o piloto a controlar a "força" do modelo.  Computador de bordo, chave smart key, tomada 12V completam o pacote eletrônico. Além, é claro, de painel digital e sistema de freios ABS.

Pesando 228 kg o banco está a 820 mm do solo o que já exige experiência do piloto para tirar o melhor do X-ADV. 


terça-feira, 3 de agosto de 2021

Opinião: a Honda CG não parou no tempo...

 

Em primeiro plano a Honda CG 125 (lançada em 1976) e a atual CG 160 Titan, ano 2022 

Ao analisar a longa jornada da Honda CG 125, que começou em 1976 na fábrica da marca - localizada em Manaus (AM) é possível perceber o tamanho da evolução na nossa indústria de duas rodas. A pequena e valente CG 125 daquele ano tinha apenas 11 cv de potência, freios a tambor e partida a pedal - isso mesmo, não havia o mágico botão de partida!!!. 

Passados 45 anos o modelo  usa motor flex (que pode ser abastecido de etanol e gasolina) com 160 cc e  15,1 cv, sistema de freios combinados com disco na dianteira, partida elétrica e até painel digital.  

No vídeo, faço de questão de mostrar como a CG era apenas um veículo utilitário. Não havia espaço para requintes de design, era forte e valente como os pioneiros da nossa indústria.

Hoje, depois de 45 anos, colocar lado a lado esses ícones da nossa indústria (a CG ainda é o veículo de duas rodas mais vendido no Brasil) temos a dimensão da evolução do modelo e também do nosso consumidor. E a CG se adequou às exigências ambientais e também do mercado. Veja o vídeo, conheça minha opinião e as mudança da CG

Estrada não é avenida


Pilotar na estrada não é a mesma coisa que conduzir em uma via urbana. Pelo contrário: existem diferenças fundamentais entre a estrada e as avenidas. A começar pelo maior espaço necessário para a frenagem, pois a velocidade de rodagem é mais alta; outra é a necessidade de se atentar ao ritmo dos outros veículos, para não atrapalhar o fluxo ou se envolver em situações arriscadas. Confira algumas dicas para rodar com segurança em rodovias e estradas.

Entrar na estrada 

Na hora de entrar na estrada é preciso ficar atento à distância e à velocidade dos veículos que já estão na pista. O mais indicado é ganhar velocidade no acostamento, acompanhando a faixa pontilhada, e depois entrar na faixa (da direita) da via. 

Alguns motociclistas têm o péssimo (e perigoso) hábito de entrar na estrada sem que sua moto atinja uma velocidade compatível com os outros veículos. Nesse caso, existe o risco de abalroamento, ou seja: uma colisão traseira. Este risco aumenta ainda mais quando a moto entra na frente de um veículo pesado. Por conta do seu peso, tanto o caminhão quanto o ônibus, precisam de mais tempo e espaço para reduzir a velocidade. 

Distância adequada

Um erro bastante comum por parte dos motociclistas é rodar próximo a caminhões ou ônibus, uma manobra chamada de “pegar o vácuo”. Na época de frio, dias de chuva ou garoa é fácil ver motos andando bem próximas aos veículos de carga. Como os veículos são grandes, agem como um grande escudo desviando o ar da frente da moto. O risco é ser surpreendido por uma frenagem de emergência e não ter tempo hábil para frear a motocicleta. 

Outro problema é se deparar com um buraco, animal morto ou pedaço de pneu surgindo por baixo do caminhão ou do ônibus. Se estiver muito perto do veículo o piloto não terá tempo para reagir e acabará colidindo com o objeto ou mesmo entrando com a moto no buraco. Nos dois casos existe o risco de perda de controle e queda da moto.



Congestionamento na estrada

Nos horários de pico, no começo da manhã e no fim da tarde, as rodovias que cortam ou passam perto de grandes cidades costumam apresentar um tráfego intenso. Esse tipo de situação é um incentivo aos motociclistas a circular no corredor. Porém, o piloto deve levar em consideração que muitos motoristas nem imaginam que uma moto pode estar passando ao seu lado.

Existem os motoristas que mudam de faixa de forma abrupta – sem olhar no retrovisor e sem usar a seta – e o resultado pode ser um grave acidente. Muitos alegam não ter visto a moto (principalmente os caminhoneiros). E isso pode ser verdade, já que em muitos casos não existe condições de perceber a aproximação do motociclista. Por mais que o uso do corredor nas cidades seja um hábito comum, na estrada é preciso cuidado redobrado. 

O ideal é não circular entre os veículos, porém se o motociclista decidir entrar no corredor deve fazê-lo de maneira cuidadosa. Prestar atenção aos outros veículos e rodar sempre em velocidade moderada, diminui consideravelmente os riscos. E, claro, jamais circular entre veículos de carga. A moto é pequena e não pode ser vista pelo motorista em meio a uma curva, por exemplo.



Óleo na pista

Próximo aos postos de combustíveis sempre existe uma placa informando redução de velocidade. Caso a pista seja simples, existe a linha continua que proíbe a ultrapassagem. Essa sinalização serve de alerta para os perigosos inerentes a esse tipo de local. Por isso vale reduzir a velocidade e analisar as condições do tráfego. Existe ainda a chance de veículos de carga cruzarem a pista para acessar o posto.

As entradas e saídas de posto de combustível também podem esconder armadilhas como pedriscos, calçamento irregular, buracos e até graxa e óleo derramados por caminhões pesados. Convém reduzir a velocidade e usar os freios com suavidade para não travar a roda e sofrer uma queda.

Próximo aos postos também é preciso ficar atento às curvas. Alguns caminhões podem derramar óleo diesel, ou por culpa de frentistas que se esquecem de fixar a tampa ou ainda pelo excesso de combustível no tanque. Infelizmente, um problema frequente nas estradas. 


Ultrapassagem

Motos e caminhões não combinam. Além das diferenças de frenagem e aceleração, os veículos de carga oferecem outros perigos como a possibilidade de queda de objetos e detritos. A banda de rodagem do pneu do caminhão pode se soltar e voar na estrada. Por isso o ideal é ultrapassar rapidamente esses veículos ou aguardar o melhor momento para executar a manobra, evitando rodar por muito tempo ao lado de veículos pesados. 


Saindo da estrada

A saída da rodovia deve ser feita com atenção e muito bem sinalizada – sempre indique com a seta a direção que vai seguir. Reduza a velocidade com antecedência e avalie as condições do piso e do tráfego antes de acessar alguma alça de acesso ou o acostamento. Após deixar a rodovia é importante prestar atenção ao limite de velocidade nas ruas e avenidas. Mesmo estando próximas, estradas e avenidas são muito diferentes. Confira o vídeo em nosso canal: